sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

JOGOS CRIMINAIS - RELEASE DIVULGAÇÃO




A jornalista Iza Calbo participa da coletânea Jogos Criminais (Editora Andross), com lançamento neste sábado, dia 15, na Biblioteca Viriato Corrêa, à Rua Sena Madureira, 298, Vila Mariana, capital paulista. Autora do livro Capítulos, viabilizado pelo então Prêmio Copene de Cultura & Arte, em 1998, Iza Calbo retoma a carreira literária com dois contos policiais: Sedução e Veneno e Asas Estilhaçadas. Aposentada desde 2002, a escritora atuou nos jornais Tribuna da Bahia e A TARDE, dedicando-se a esta atividade por mais de 15 anos. Afastou-se por problemas de saúde, mas continuou escrevendo em seu blog e sites, voltando sua produção para contos, poesias e haikais.
A coletânea Jogos Criminais é organizada pelo jornalista e escritor Sérgio Pereira Couto. A editora paulista, tocada por Edson Rossatto, dedica-se a coletâneas, oportunizando a apresentação de autores ainda pouco conhecidos do público. Ao todo, a coletânea reúne 30 autores, sendo quatro destes com dois contos cada, totalizando 34 textos. A tiragem inicial é de 1.500 exemplares, podendo chegar a 5 mil a depender da demanda. Na data do lançamento, o livro será comercializado a R$ 19,00, mas depois poderá ser adquirido nas livrarias de todo o País por R$ 29,00.
A programação do evento, com entrada franca, será marcada pela Confraternização entre os autores, às 14 horas; seguida de entrevista com o organizador sobre o tema Perfil Criminal: A composição da mente por trás da ação, às 15 horas. Em seguida, a atriz Cristiana Gimenes fará a leitura de cinco contos do livro: O homem do rosto redondo, de Humberto Raposa; Joana e Maria, de Debby Lenon; Condenado pela Consciência, de Amauri Corrêa; O homicídio do Senhor X, de Ataíde Menezes; e Asas Estilhaçadas, de Iza Calbo. Às 17 horas, haverá o coquetel de lançamento com sessão de autógrafos feita pelos autores presentes. O livro tem o apoio da Fundação Biblioteca Nacional. A Secretaria de Cultura de São Paulo está entre os realizadores do projeto.
Em agosto de 2004, a Andross Editora nasceu no campus da Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo, para abrir espaço no mercado editorial aos alunos que não tinham condições de publicar seus primeiros textos. Iniciou as atividades com obras acadêmicas, mas cresceu e se mantém no mercado graças a um modelo de negócio diferenciado: a publicação de antologias. Do catálogo, constam mais de 40 publicações. Edson Rossato, editor responsável, é formado em Letras, escritor, palestrante e roteirista de HQ. Publicou os livros Mansão Klaus e outras histórias e
Curta-metragem, além da HQ História do Brasil em Quadrinhos.
Sérgio Pereira Couto, organizador da coletânea em questão, é jornalista, escritor e especialista em esoterismo, história antiga e medieval. Foi editor e repórter de revistas de como Ciência Criminal e Discovery Magazine, PC Brasil e GeeK! Possui textos e artigos publicados em diversas revistas, dentre estas Galileu e Planeta. É autor de mais de 20 livros, com mais de 100 mil exemplares vendidos somente no Brasil, entre eles os best-sellers Sociedades Secretas, Investigação Criminal e Renascimento.
Iza Calbo nasceu em São Paulo, mas está em Salvador desde 1972. Formou-se Bacharel em Comunicação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1988. Trabalhou mais de 10 anos na Tribuna da Bahia, ocupando os cargos de repórter, redatora e Chefe de Reportagem, além de fazer críticas de produções musicais e culturais em geral. Em A TARDE publicou textos em várias editorias, mas sempre se ateve ao Jornalismo Cultural, tendo sido integrante da equipe do Caderno 2, até 2002. Tem dois livros prontos, Farrapos de Saudade, onde retoma à prosa poética de sua estréia com Capítulos e Oito Pecados Captados, reunindo poesias acerca do tema sugerido, no qual o Amor entra na lista dos Pecados Capitais. Ambos sem editora.

sábado, 1 de janeiro de 2011

VINTE ONZE

IZA CALBO

Bem, vejo o ano de 2010 partindo e comemoro não ter estado doente; ter tido como comprar o pão nosso de cada dia, ainda que substituindo-o às vezes por bolachas amolecidas. Por ter tido momentos de paz e de pesadelo também, o que me torna absolutamente humana. Por ter conhecido pessoas novas, que me fizeram ver coisas que não via; por ter feito uma limpa das velhas que só me seguiam como a um fardo. Enfim, por ter conseguido chegar ao Vinte Onze, como brinca uma amiga, sem muitas firulas. E o tempo continua. Este ano novo, na verdade é uma invenção que marcamos, a fim de nos livrarmos um pouco da monotonia. Mudar de ano, de roupa, é um renovar de sonhos e esperanças. Uma forma de acreditar-se vivo, apesar dos pesares. Beijos nos mortos e nos ainda insistentes seres viventes. Estamos todos juntos na formatagem que a saudade dá às nossas lembranças. Amém!